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Survival Mode On: Lançamos o Desafio e os Gamers Responderam em Equipa

Há jogos que começam com um botão. Outros começam quando saímos do escritório, entramos num autocarro e aceitamos uma missão fora do mapa habitual.

Foi assim que os nossos Gamers trocaram os ecrãs, as máquinas e o ritmo do dia a dia por natureza, desafios outdoor e uma boa dose de espírito de equipa no DiverLanhoso.

O Teambuilding Survival Camp levou-nos para longe da rotina, mas manteve em jogo aquilo que faz parte da Fabamaq todos os dias: colaboração, estratégia, criatividade, foco e cuidado com quem está ao nosso lado.

Entre orientação, construção de carrinhos de rolamento, pontes improváveis no arvorismo, jantar e momentos de descontração, o evento juntou equipas, misturou áreas, criou novas ligações e lembrou que, dentro ou fora do escritório, nenhuma grande jogada acontece sozinha.


Survival Camp: orientação, carrinhos de rolamento e pontes em equipa

O DiverLanhoso foi o palco escolhido para este teambuilding da Fabamaq, e o cenário não podia ter combinado melhor com a proposta. Natureza, espaço aberto, desafios físicos e dinâmicas em grupo criaram o ambiente certo para uma tarde fora do automático.

A partida da Fabamaq aconteceu no início da tarde, com transporte incluído e energia de quem sabia que vinha aí algo diferente. Entre o nome Survival Camp e o kit de sobrevivência, com água e reforços para o lanche, a pista estava dada: não era um evento para ficar apenas a assistir. Era para entrar no jogo.

À chegada, os Gamers foram divididos em grupos e passaram pelas diferentes dinâmicas ao longo do dia. Cada equipa precisava de observar, pensar, construir, comunicar e agir em conjunto.

Na prática, cada desafio mostrou que estratégia e improviso podem andar lado a lado, especialmente quando há tempo limitado, missões para cumprir e colegas a contar uns com os outros.

Uma das dinâmicas foi a atividade de Orientação, em formato de caça ao tesouro. Aqui, o desafio não era apenas interpretar e encontrar pistas, mas perceber o que estava à volta, ligar pontos, dividir tarefas e confiar no poder de raciocínio dos outros.


Num contexto de jogo, todos sabem que os detalhes importam. Um símbolo no sítio certo pode mudar uma ronda. Uma pista bem interpretada abre um novo caminho. E, nesta dinâmica, cada Gamer trouxe uma forma diferente de ver o desafio.

Houve quem reparasse no que passava despercebido, quem organizasse a estratégia, quem puxasse pelo grupo e quem encontrasse soluções quando o caminho parecia menos óbvio. No fim, a caça ao tesouro acabou por ser mais sobre perceber como a equipa se move quando precisa de pensar em conjunto.

O que diz muito sobre o dia a dia de criar jogos na Fabamaq. O trabalho exige atenção ao detalhe, leitura de padrões, colaboração entre áreas e capacidade de transformar pequenas descobertas em grandes resultados.

E, se a caça ao tesouro puxou pelo olhar atento, a construção de um carrinho de rolamento trouxe o desafio de pôr mãos à obra.

Nesta dinâmica, os grupos tiveram de construir uma espécie de kart com os recursos disponíveis, tomar decisões rápidas e transformar peças soltas numa estrutura capaz de avançar.

Depois, com o tempo sempre a contar, um Gamer assumia a condução enquanto outros dois apoiavam o percurso. No fim, ainda era preciso desmontar tudo antes do cronómetro chegar ao limite. Fácil? Nem por isso. Divertido? Bastante.

A atividade trouxe o caos bom que só acontece quando várias pessoas tentam construir algo ao mesmo tempo, com ideias diferentes, níveis variados de confiança mecânica e uma vontade clara de fazer funcionar. Entre ajustes, tentativas, gargalhadas e pequenas vitórias, cada equipa foi encontrando o seu próprio ritmo.

Já a dinâmica do arvorismo trouxe uma camada diferente ao Survival Camp. Aqui, o desafio envolveu equilíbrio, coordenação e, sobretudo, apoio mútuo para passar pelo circuito das 10 pontes.


Os Gamers precisaram de avançar no tempo certo, perceber e respeitar limites, incentivar o grupo e garantir que ninguém ficava para trás. Sem dúvida, uma atividade de espírito de equipa para, em vez de apenas atravessar pontes, perceber como fazê-lo juntos.

Como quando um Game Changer chega à equipa com a bagagem de uma carreira anterior e encontra espaço para partilhar o que traz, aprender com os outros e acrescentar valor ao caminho que estão a construir.


Recarregar energias também é parte da missão

Nem tudo no Team Building foi missão, pontuação ou desafio. Também houve tempo para parar, conversar e aproveitar.

Depois das dinâmicas, o jantar criou o momento de recarregar energias e simplesmente estar junto. Sem urgências, notificações e a pressão normal de um dia de trabalho. Só Gamers à mesa, conversa solta, boa disposição e convívio para criar memórias fora do contexto habitual.

Aliás, momentos como esses contam muito para aproximar pessoas que se cruzam todos os dias no escritório, mas nem sempre têm oportunidade de conversar com calma. É como refere a Gamer Bárbara Rodrigues, Payroll Specialist na Fabamaq. “Gostei sobretudo da energia que se fez sentir ao longo de toda a atividade. Este team building superou as minhas expectativas. Diverti-me bastante e foi também uma excelente oportunidade para interagir com outras equipas.”


Cultura em jogo: a próxima missão pode ser tua

Na Fabamaq, criamos jogos, resolvemos desafios, testamos possibilidades, ajustamos rotas e seguimos em equipa. Dentro e fora do escritório, o objetivo é construir experiências com impacto, lado a lado com pessoas que fazem a diferença em cada jogada.

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